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BAH!rulho

The Midas Reverse lança o EP Empty

Trio de rock experimental de Porto Alegre produziu trabalho com quatro músicas.

Divulgação
Arte do EP de estreia do trio da capital
O trio de rock experimental The Midas Reverse, de Porto Alegre, acaba de lançar o seu EP de estreia: Empty. O trabalho está disponível em todas as plataformas de streaming. O disco conta com quatro faixas e foi gravado, mixado e masterizado por Gilberto Ribeiro Jr., do Mubemol, estúdio de São Paulo.

Participaram da gravação os músicos Andres Vega Solana (guitarra, teclados, bateria e voz), Felipe Schwarz (baixo, guitarra, teclados e voz), com a participação especial de Gilberto Ribeiro Jr. (violão e teclados). A banda surgiu em 2016 como projeto autoral dos músicos Andres Vega Solana e Felipe Schwarz. Em 2017, Jonathan Farias Machado assumiu o contrabaixo. Se liga aí:

Nazario apresenta suas credenciais em Mal de Século Novo

Músico hamburguense divulga seu primeiro disco, que vai do rap ao rock, passando pelo pop e MPB.

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Arte do primeiro álbum do hamburguense Nazario
O músico hamburguense Nazario lançou o seu primeiro disco no final do ano passado e vem tendo boa resposta do público. Mal de Século Novo transita por vários gêneros, como rock, pop, rap e MPB. Uma das referências citadas pelo artista e que é bastante perceptível na sonoridade do álbum é o paulista Criolo. Outro destaque do álbum é a participação de Tonho Crocco logo na faixa de abertura, que dá nome ao disco. Os próximos shows serão na Elementum, em Novo Hamburgo, no dia 28/7, e na São Leopoldo Fest, no dia 03/8. O Bah!rulho fez uma entrevista com o cara e tu pode conferir o papo logo abaixo. Te deixamos com o clipe da música Ocupação e também com a íntegra desse primeiro registro sonoro do Nazario. Então é só dar play ali embaixo e conferir o que o Nazario tem a dizer sobre esse Mal de Século Novo. Se liga aí:

Há quanto tempo tu trabalha com música e qual é a tua trajetória nesse período?
Sou nascido e criado em Novo Hamburgo. Acho importante dizer que cresci numa casa cercado de mulheres. Desde que nasci minha mãe é além de mãe, pai também. Mas sempre com o amor da minha bisavó, minha vó, minha tia e meu tio. E que nós todos temos muita fé em Deus e na vida. Tudo que me acontece na vida tem as mãos deles. Eu sempre tive o pensamento e o sentimento voltado para entender e tentar solucionar causas injustas. Cresci nos anos 90. Sou de uma geração que conviveu diretamente com a TV (talvez o início da interatividade com a TV). Lógico que a informação hoje chega mais fácil, mas nós íamos em bibliotecas, e comprávamos revistas para ter informação. O que quero dizer com isso é que somos o que botamos pra dentro dos nossos corpos, tanto em alimento físico e mental.
Acho que comecei tarde a fazer música, com 14 anos comprei o meu primeiro violão. Um instrumento que sou apaixonado até hoje. E agradeço demais por ter esse privilégio de ter um instrumento. De ter tido tempo para praticar música. De ter incentivo da minha família. Torço para que todas as pessoas tenham acesso à arte. Não sei se realmente eu trabalho com música. Prefiro dizer que vivo a música, numa relação de ação e reação. Ainda não faço isso em tempo integral. Espero realmente um dia poder "assinar a carteira" como músico. Até o começo das composições do meu primeiro disco eu toquei guitarra e contra baixo em algumas bandas. Em 2016, junto com a banda Arapuca do Brasil, ganhamos o prêmio de melhor música no festival Nossa Música de Novo Hamburgo. Foi um ciclo que se encerrou de maneira abençoada. Sou muito grato pelo que aprendi.

Mal de Século Novo é teu primeiro disco? Como foi a produção desse trabalho?
Mal de Século Novo é meu primeiro disco. Minha antiga obsessão! (risos) Minha mais nova paixão. Cada vez que escuto e escuto de novo, vejo que não mudaria nada. Tudo foi feito da maneira que deveria ter acontecido. Até os erros. Em 2014 eu escutei a música Casa de Papelão, do artista Criolo, e devo dizer que a letra, o instrumental, toda união harmônica, me fez repensar tudo. Eu sempre vi, vivi, li e escrevi sobre questões de desigualdade, de pobreza, de racismo e todas essas mazelas. Tinha isso engasgado, e em algum momento as músicas foram se mostrando, por que eu acredito cada vez mais que elas já estavam ali esperando que eu as descobrisse. Tenho a impressão que esse disco já estava lá comigo o tempo todo, esperando que eu o descobrisse aos poucos. E com ele me reinvento. Agradeço demais ao Calil Souza que é o produtor do disco e sabe o quanto trabalhamos pra isso. E espero que as músicas do disco possam deixar mais claros os dias e a consciência de algumas pessoas.
 
Um dos destaques é a participação do Tonho Crocco. Como surgiu essa parceria?
Nossa!!! Eu só agradeço ao Tonho Crocco. Em 2000 eu ganhei um CD chamado Olelê, de uma banda chamada Ultramen. Eu escutei esse CD até não poder mais. Com O Incrível Caso da Música que Encolheu e Outras Histórias foi a mesma coisa. Escutei até meus amigos falarem “chega!”. Devo muito à Grazi Pires que é a minha parceira que canta várias músicas no disco, pela participação do Tonho. Ela agenciou isso, com a parceira da banda dela (50 Tons de Pretas), a Dejeane Arrue, que é super amiga do Tonho. Sou fã dele, agradeço demais. Torço para haver mais oportunidades como essa.

Rafael Petry/Divulgação
Nazario já começou a compor material para um próximo lançamento

Quais as inspirações para as tuas letras, que falam muito de questões sociais?
São as pessoas. Somos pessoas diferentes a cada minuto que passa. A cada fato novo, aprendemos algo. As lágrimas geralmente são as melhores professoras. Infelizmente, sempre foi assim, essa corrida atrás de poder, de fortuna. Uma desigualdade tremenda em todo mundo. Não só Brasil, no mundo todo. Trato a coisa de forma mais micro, ou seja, quando eu ouço estatísticas eu penso que cada porcento representa talvez mais de 1000 pessoas. Eu não consigo me conformar que estejamos tão separados e tão despreparados para lidar uns com os outros. A economia e o comércio me parecem estar cada vez mais distantes da verdadeira realidade. É só você olhar, aqui em Novo Hamburgo há pessoas, crianças, sem oportunidades, comendo do lixo, que não têm tempo nem recursos para escutar música ou ir ao teatro ou ler um livro, pois ou trabalha e come ou estuda e vê a geladeira vazia. Tem muita coisa pra falar, mas acho que deu pra entender um pouco do que penso.

Como tu classifica o teu som, já que é possível perceber várias influências, como rap, rock, MPB, pop... E como tu gosta de ser identificado, rapper, músico, artista, compositor?
Me pergunto isso muitas vezes, a gente (banda) conversa e também não sabe dizer. Por isso, tento não classificar em nada além de música. Mas na dúvida eu falo MPB. Como disse, eu sou realmente pé no chão. Tenho muito para caminhar para ser classificado como artista, rapper, músico, compositor... Mas espero que algum dia eu tenha a vida assinada como músico.

Nos shows tu tem o acompanhamento de uma banda. O processo de composição contou com a participação dos demais músicos ou a direção musical fica a teu cargo?
Sim, até preciso agradecer demais, demais a eles: obrigado meus irmãos! No show toca comigo o Fabio Klein (contrabaixo), o Fausto Dornelles (guitarra), o Daniel Schumann (bateria), a Grazi Pires (vocais), o DJ Snesh e tecladista e produtor Calil Souza. Todas as músicas foram compostas por mim. Como tudo começou muito de dentro pra fora, os músicos foram surgindo ao longo do disco. Muito das músicas tem instrumentos tocados por mim. Quem participa do disco é o Fausto, a Grazi e o Callil que participa de todas as faixas comigo. Tem também a participação do Yule Aureh, que é um rapper carioca, grande amigo e grande compositor. Ele nos ilumina na faixa Metafísica do Gueto. Praticamente toda direção musical fica a meu cargo e do Calil. Músico independente é assim: a gente toca, cruza e cabeceia na área.
 
Quais são as tuas principais influências musicais?
Eu escuto muita coisa, tudo depende. Mas o que mais me influenciou para as composições do disco foi Criolo, Gonzaguinha, Black Alien, os jornais e suas notícias, a TV e suas imagens e as pessoas. Cada letra tem meu coração e minha verdade.

O disco saiu no ano passado. Já tem algum novo projeto em vista?
O disco saiu no final do ano passado, foi praticamente esse ano. A gente que faz música independente sempre sonha em trabalhar bastante um disco ou uma música. Mas com tanta coisa acontecendo no Brasil e no mundo acho inevitável que não se crie algo novo. Estamos em processo de composição sim. O que virá? Não sei. Mas será novamente algo verdadeiro, que trata de fé e luta.

Quais são os teus objetivos como artista?
Difícil falar. Mas eu gostaria muito de poder sentar daqui a dez anos e alguém me dizer: Nazario eu escutei teu CD e parei de fumar, parei de beber, descobri que era amado, descobri que podia amar, mudei minhas atitudes e melhorei a vida das pessoas que eu era responsável, comecei a acreditar em mim e que eu também posso sonhar e correr atrás dos meus sonhos. Algo assim ia ser muito bom de ouvir.

Bazar Divino Maravilhoso em edição especial pelo Dia Mundial do Rock

Ação reúne atrações musicais e culturais com entrada gratuita, em São Leopoldo, neste sábado.

A Enfotaria apresenta o projeto multicultural Bazar Divino Maravilhoso, numa edição especial rock and roll, pelo Dia Mundial do Rock. A data é celebrada nesta sexta-feira, dia 13, mas o evento rola neste sábado, dia 14, das 11 às 18 horas, no espaço da Trupe dos Chefs (Av. Wilhelm Rotermund, 1369), em São Leopoldo.

Além de artesanato, discos de vinil, arte independente, moda autoral, zines, gastronomia e cervejas especiais, haverá pocket shows com Luisa Gonçalves e Gilnei Lucas, além de discotecagem do DJ Cristiano Adeli tocando clássicos do rock. Outra presença/parceria confirmada é a da galera do Brick de Desapegos. Tudo isso com entrada gratuita. Se liga aí:

Certeza é o novo single da banda Bloco

Grupo de São Leopoldo também está preparando um novo disco que deve ser lançado em 2019.

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Bloco está divulgando Certeza, seu novo single
O Bah!rulho falou da banda Bloco, de São Leopoldo, em março, quando os caras estavam lançando o clipe da música Bons Ares. Agora, Rui Filho (vocal e guitarra), Tiago Hermano (guitarra), Adriano Antunes (baixo) e Tiago Fandango (bateria) estão com um novo single. Certeza chega pouco antes da banda iniciar as gravações do seu novo disco. O grupo entra em estúdio em agosto e o álbum tem lançamento previsto para o início de 2019. O trabalho será o sucessor de Buzinas e Androides (2016). Se liga aí:

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