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Fúria da natureza

Chuvas já deixam 179 mortos no Japão; há dezenas de desaparecidos

Esta é a maior tragédia provocada por um fenômeno meteorológico no país desde 1982
11/07/2018 08:49 11/07/2018 08:52

STR/JIJI PRESS/AFP
Policiais checam um carro danificado após fortes chuvas e enchentes em Hiroshima em 8 de julho
Ao menos 179 pessoas já morreram em inundações e deslizamentos de terra provocados por chuvas torrenciais na região oeste do Japão. As equipes de emergência lutam para encontrar sobreviventes entre os escombros, uma possibilidade cada vez mais remota.

O porta-voz do governo confirmou nesta quarta-feira as 179 mortes e advertiu que há várias pessoas desaparecidas na maior tragédia provocada por um fenômeno meteorológico no Japão desde 1982.

Mais de 10 mil pessoas que abandonaram suas casas permaneciam em refúgios no centro e oeste do Japão. "Os 75 mil policiais, bombeiros, soldados das Forças de Autodefesa (nome do exército japonês) e da Guarda Costeira fazem o possível para ajudar os afetados, declarou o porta-voz do governo Yoshihide Suga.

As buscas e trabalhos de limpeza prosseguem sob um intenso sol, com temperaturas previstas de 35ºC. Nas atuais circunstâncias os socorristas precisam "de uma grande vigilância" pelo risco de insolação e ondas de calor, assim como pela possibilidade de novos deslizamentos de terra, disse o porta-voz.

As fortes chuvas registradas entre sexta-feira e domingo provocaram grandes inundações, ondas de lama e muitos danos, que deixaram vários moradores bloqueados, apesar das ordens - não obrigatórias - e recomendações para que milhões de pessoas abandonassem suas casas. O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, que cancelou uma viagem a vários países da Europa e do Oriente Médio, partiu de Tóquio na manhã desta quarta rumo à província de Okayama, uma das mais afetadas, ao lado de Hiroshima.

Mais de 70% do território japonês é formado por montanhas e colinas e muitas casas estão construídas em encostas íngremes ou em planícies suscetíveis a inundações, ou seja, zonas de risco.


Jornal de Gramado
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