Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) estão protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Emílio Leobet, 1559, sala 21 - Bairro Avenida Central - Gramado/RS - CEP: 95670-000
Fones: (54) 3286.1666 - Fax: (54) 3286.4015

PUBLICIDADE
Será?

De 1998 a 2018, cinco coincidências que fazem a França sonhar

O futebol mudou e as gerações são diferentes, mas existem alguns pontos em comum entre os dois times
11/07/2018 17:11 11/07/2018 17:17

Gabriel Bouys/AFP
Em 98, o defensor Thuram fez os gols que colocaram a França na final; em 2018, o zagueiro Umtiti (foto) fez o mesmo
Vinte anos depois do título mundial de 1998, uma nova final com Didier Deschamps, outra vez no centro dos holofotes. O futebol mudou e as gerações são diferentes, mas existem alguns pontos em comum que fazem os franceses sonharem antes da decisão de domingo.

De Deschamps a... Deschamps

Seu rosto está presente nos dois casos. Didier Deschamps, de capitão da geração Zinédine Zidane a técnico da equipe comandada pelo jovem Kylian Mbappé.

Mas "DD" mantém sua marca de "pai da vitória" do futebol francês, pelo menos até a final da Copa do Mundo da Rússia-2018. "Tem a marca do vencedor. É muito exigente consigo mesmo e com as pessoas que o cercam", diz o braço direito, Guy Stéphan.

"Titi" e "Kyky"

Em 1998, a França contava com os promissores Thierry Henry e David Trezeguet no elenco de convocados, ambos com 20 anos. Vinte anos depois, o prodígio Kylian Mbappé, 19 anos, é uma das peças principais da equipe.

"Titi" marcou três gols em 1998, enquanto "Kyky" soma os mesmos três gols em 2018, em especial os dois contra a Argentina nas oitavas de final.

Em um vídeo, o pai de Henry disse que "gostaria que Mbappé faça pelo menos a metade da carreira de Thierry. Nesse caso, teria sucesso". Henry pendurou as chuteiras como maior artilheiro da história dos Bleus, com 51 gols.

Guivarc'h e Giroud

As duas equipes sofreram do mesmo problema: camisa 9 que não marcaram gols. Em 1998, Stéphane Guivarc'h passou a Copa do Mundo em branco.

Olivier Girou está atravessando o mesmo problema e só tem mais uma chance de balançar as redes no mundial, justamente na decisão: "é verdade que se vencermos e eu não marcar, serei campeão do mundo. Isso seria um orgulho maior", afirmou o atacante do Chelsea.

Solidez defensiva

Do time campeão mundial, Didier Deschamps conservou a filosofia de jogo baseada na solidez defensiva. Dos titulares de Jacquet, todos lembram do trio formado pelos volantes Christian Karembeu, Didier Deschamps e Emmanuel Petit, protegendo a zaga com Marcel Desailly e Laurent Blanc.

Em 2018, N'Golo Kanté tem a companhia de um Paul Pogba mais corredor e defensivo, protegendo a dupla de zagueiros formada por Raphaël Varane e Samuel Umtiti. No gol, Fabien Barthez e Hugo Lloris dão a segurança debaixo das traves.

De Thuram a Pavard

Esta Copa do Mundo-2018 abriu espaço os jovens laterais Benjamin Pavard e Lucas Hernández ganharem notoriedade. Antes do Mundial-1998, durante a Eurocopa-1996, Lilian Thuram e Bixente Lizarazu cavaram espaço nos Bleus para se consagrarem dois anos depois.

O paralelismo entre Pavard e Thuram é claro: dois zagueiros transformados em laterais direitos. Pavard ainda marcou um golaço contra a Argentina (4-3), enquanto Thuram fez dois contra a Croácia.

"Jamais teria sonhado em fazer um gol como o de Pavard. Eu não era consciente do que acontecia", comentou Thuram à AFP. Assim como em 1998, três zagueiros marcaram no mundial russo: Pavard, Varane e Umtiti. Vinte anos antes foram Blanc, Lizarazu e Thuram.


Jornal de Gramado
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS