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Cirurgia

Especialista explica sobre tratamento de hérnias

João Couto Neto detalha as diferenças entre os tipos de cirurgias e o procedimento correto para as crianças e os adultos
20/06/2018 10:56 20/06/2018 11:00

Divulgação
No fim de maio, Couto participou, nos EUA, do Hernia 360 Experience, treinamento em cirurgia robótica
Mais do que um cuidado estético, as hérnias merecem atenção e tratamento. No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2009, aproximadamente 5,4 milhões de pessoas sofrem de hérnia.

O especialista em cirurgia do aparelho digestivo, João Couto Neto, explica que as hérnias da parede abdominal são muito frequentes. “Nossa cavidade abdominal é uma zona fechada e, pela regra da Física, num sistema fechado onde se emite pressão, ela se difunde de maneira igualitária em todos os vetores. Quando se faz esforço físico, nossa prensa abdominal faz exatamente isso e aí rompe a musculatura do abdome nas zonas de fraqueza”, cita.

Tratamentos

O cirurgião ainda lembra que as hérnias não desaparecem por “conta própria” na fase adulta e que medidas como envolver o paciente com uma faixa não elimina o problema. “Na criança é uma patologia diferente, as hérnias inguinais devem ser operadas quando aparecem e se corrige o outro lado, mesmo sem ter. Na região umbilical pode se esperar até alguns anos de vida porque pode ocorrer o fechamento. Mas no adulto é diferente, a hérnia nunca melhora e deve ser corrigida. Nesse adulto é operado apenas no lado da hérnia”, explica.

A cirurgia pode ser aberta ou laparoscópica e o médico decidirá qual o melhor método para cada paciente. Se não tratada, a hérnia pode crescer, tornar-se dolorosa, ou ainda uma porção do intestino poderá ficar presa na parede abdominal.

Tipos de hérnias

Hérnias inguinais [região da virilha] representam cerca de 70% dos casos no mundo. “Nos homens são nas zonas de passagem que levam sangue para os testículos e nas mulheres no ligamento redondo que faz a suspensão do útero”, detalha Couto. Mas ainda há as hérnias de hiato, que ocorrem quando parte do estômago se projeta para cima através do diafragma; a hérnia incisional, que surgem depois de uma cirurgia abdominal, quando os intestinos “forçam” a cicatriz da incisão ou seu entorno, onde o tecido estiver enfraquecido; e a hérnia umbilical, que surge nos bebês com menos de seis meses, no umbigo ou área próxima, quando os intestinos se projetam na parede abdominal perto de umbigo. 


Jornal de Gramado
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