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Tecnologia

Grandes universidades dão aula de graça pela Internet

Dá para estudar sem pagar nada em plataformas digitais oferecidas pelas maiores instituições ao redor do mundo.

Um tipo de curso gratuito, oferecido pelas melhores universidades do mundo, está conquistando espaço entre alunos e pode ser uma boa opção para quem estiver em busca de aprimoramento em várias áreas. Os Massive Open Online Courses (MOOCs), “cursos abertos massivos on-line” em inglês, são cursos de educação à distância (EAD), porém em escala maciça. Eles chegam a ter milhares de alunos. A participação costuma ser gratuita. Se preferir ganhar um certificado de participação, o usuário pode pagar. Os valores podem oscilar entre 100 e 300 reais, para atividades de quatro a seis semanas, ou um total de 20 a 40 horas.

Como geralmente acontece nos cursos EAD, o conteúdo é ministrado através de vídeos de professores ou instrutores, páginas de texto e também leituras recomendadas. A característica dos MOOCs é que não há um tutor dedicado ao aluno. Há exercícios de marcar, com correção automática, e também autoavaliações. Em alguns casos, há correção entre colegas, via fóruns ou rede social.

Algumas boas opções no Brasil e no exterior:

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Plataforma de MOOC edX, que congrega grandes univerisades, incluindo a norte-americana Harvard
O edX é uma plataforma de MOOC criada por um consórcio de várias universidades e centros de pesquisa do mundo inteiro. Congrega grandes instituições, incluindo Harvard, Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), Berkeley e Sorbonne. Muitos dos cursos são em inglês ou na língua original da instituição que oferece (há até universidades da China), mas há várias opções em espanhol, inclusive a navegação do próprio site. As áreas oferecidas incluem ciências exatas, administração, programação, educação, artes e ciências sociais. Além dos cursos com certificado, há programas que podem servir como crédito em algumas universidades pelo mundo.

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A plataforma MOOC Coursera, que engloba várias grandes universidades ao redor do mundo, inclusive as brasileiras USP, Unicamp e o prestigiado Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)
Outra plataforma de MOOC criada por um consórcio de universidades é a Coursera. Entre os fundadores, estão professores da universidade de Stanford, nos EUA. A Coursera inclui as brasileiras Unicamp e Universidade de São Paulo (USP), com cursos em português, além do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), a mais prestigiada escola de engenharia do País. Esta plataforma surgiu nas áreas técnicas, então muitos dos cursos são a respeito de programação, Matemática e Física, mas também há várias opções em ciências sociais e administração, até filosofia. Uma das coisas mais interessantes é que há site em português e muitos dos cursos são traduzidos. Os cursos técnicos podem ajudar estudantes em busca de reforço, como em Cálculo. 

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A plataforma on-line da Fundação Getúlio Vargas, que inclui cursos EAD gratuitos
Prestigiada instituição com abrangência federal, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) tem uma plataforma de EAD onde existem também cursos gratuitos. Há opções na área de Gestão Empresarial, Direito, Gestão Financeira, Educação e Comunicação, História e Ética e Gestão de Produção. Os cursos que oferecem certificado (mediante pagamento) são limitados. Quase todos permitem que o usuário acesse o conteúdo gratuitamente, porém sem ganhar certificação.

Amazon perde US$ 5,7 bilhões com comentário de Trump no Twitter

Presidente norte-americano acusou empresa de prejudicar contribuintes.

Mandel Ngan/AFP
Comentário do presidente dos EUA, Donald Trump, derrubou ações da Amazon
Jeff Bezos, fundador da Amazon, que há algumas semanas chegou a ser o homem mais rico do mundo, viu sua empresa ter uma grande queda nas ações nesta quarta-feira (16/8). Com apenas um comentário no Twitter, o presidente americano Donald Trump reduziu cerca de US$ 5,7 bilhões do valor de mercado da gigante de e-commerce, ao dizer que ela está "prejudicando contribuintes".

A mensagem, divulgada na manhã desta quarta-feira, fez com que as ações da Amazon perdessem 1,2% do seu valor em apenas duas horas, durante as negociações que precedem a abertura do mercado. Após a abertura da bolsa de Nova York, porém, os papéis recuperaram seu valor, mas já estavam sendo negociados com baixa de 0,33% na hora do almoço.

O tweet de Trump dizia: "A Amazon está prejudicando e muito comerciantes que pagam impostos. Bairros, cidades e estados de todo o país estão sofrendo - muitos empregos estão sendo perdidos!" Essa não é a primeira vez que Trump ataca o magnata, que é dono também do Washington Post. Além de criticar a cobertura do jornal, em junho, Trump já havia usado o Twitter para dizer que "AmazonWashingtonPost, às vezes tido como o guardião da Amazon, não paga impostos na Internet".

Em dezembro de 2015, Trump acusou Bezos de usar o Washington Post como pretexto fiscal para reduzir impostos da Amazon, e disse ainda que as ações da empresa iriam "desmoronar" se não fosse esse acordo. Bezos, porém, é dono do Washington Post por meio de uma holding que não tem qualquer ligação com a Amazon. (Agência Globo)

App Replika cria um fantasma seu na Internet

Interesse no aplicativo cresceu nos últimos dias, mas participação é apenas por convite.

Reprodução
Cena do episódio Be Right Back, do cultuado seriado inglês Black Mirror, no qual uma jovem viúva descobre um programa de chat que emula e, eventualmente, até encarna seu falecido marido
Está em alta nos trending topics do Google no Brasil o app Replika. Nesta terça-feira (15/8) ele estava nos top 7 entre as buscas no portal. Tudo graças à curiosidade e até polêmica suscitada por este chatbot.

Chatbots são programas automatizados para conversação, como aqueles encontrados em centrais de autoatendimento. São, por assim dizer, máquinas de bate-papo. A diferença do Replika é que enquanto o usuário vai conversando com o bot, ele vai aprendendo seu linguajar, suas preferências e seu "jeitão" de postar. Eventualmente, ele vira uma espécie de versão virtual do dono, replicando frases que escutou e simulando sua forma de se comportar on-line. Pelo menos essa é a ideia.

Outro motivo para a curiosidade é que o Replika não está aberto na App Store nem na Google Play. Ele só fica disponível por convite. O usuário se inscreve no site do desenvolvedor, onde consta que ainda está em fase de testes, e aguarda um convite, se ele aparecer. É um mecanismo semelhante ao que popularizou, alguns anos atrás, o Orkut e o Gmail, nos quais inicialmente só se entrava por convite.

Vale estar atento para questões de segurança. Os fabricantes garantem que mantêm as informações dos usuários sigilosas, mas naturalmente é preciso pensar se vale a pena correr riscos. As reações na Internet já estão lembrando a associação com um episódio do seriado distópico de tevê Black Mirror, no qual uma viúva "ressuscitava" o marido através de um serviço da Internet que havia espelhado sua personalidade.

Uma das criadoras do Replika disse que trabalhava com chatbots e criou o Replika depois que um amigo morreu. Ela disse que pediu para vários amigos postarem conversas e postagens dele, e então percebeu que poderia ser interessante tentar criar um app capaz de absorver postagens e emular um usuário.

Novo filtro do Snapchat deixa fotos com cara de Pikachu

Dá para adicionar efeito nas fotos, lançamento foi nesta segunda (14/8).

Reprodução
Filtro de Pikachu do Snapchat, lançado por tempo limitado
Usuários do Snapchat ganharam nesta segunda-feira (14/8) um filtro de Pikachu. Dá para usar o efeito para deixar as fotos com orelhas amarelas, nariz pretinho e bolas vermelhas na bochecha. O filtro está disponível por tempo limitado.

Nota oficial:

Adicione a aparência de Pikachu quando você fizer seu próximo selfie Snapchat com uma lente especial para Pokémon! As orelhas de Pikachu, o nariz e as bochechas vermelhas brilhantes aparecerão sobre seu rosto sorridente quando você usa essa lente. Se o som do dispositivo estiver ativado, você ouvirá a voz icônica de Pikachu enquanto ele pula na tela e faz uma pose. Faça o retrato perfeito de você e do famoso Pokémon para compartilhar!

A lente Pikachu estará disponível para os titulares da conta da Snapchat por apenas um curto período de tempo, então obtenha o preenchimento das fotos do Pikachu enquanto puder. E lembre-se, você deve ter 13 anos ou mais para ter uma conta Snapchat.

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