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Motores

Rumo aos primórdios do Brasil

Expedição da Nissan desbrava as belezas naturais do interior do Mato Grosso, colocando a Frontier a toda prova.


Cuiabá, MT - Sítios arqueológicos, formações geológicas de tirar o fôlego e trilhas off-road radicais. A Expedição Nissan: à procura do início do Brasil percorreu 900 km entre os últimos dias 24 e 26 para explorar algumas das riquezas naturais do Mato Grosso. Tudo para mostrar do que é capaz a nova Frontier.


Ao todo, 15 picapes participaram da aventura, levando jornalistas e equipe de apoio. Mais do que um simples test-drive, consistiu em uma aventura cultural, com a participação, inclusive, de dois arqueólogos: Caroline Bachelet, doutora do Museu Nacional de História Natural de Paris, e Levy Figuti, também doutor do Museu Nacional de História Natural de Paris e professor doutor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.


Várias unidades da nova versão de entrada SE 4x4 (R$ 150,9 mil) também estavam lá, encarando os mesmos desafios da topo de linha LE 4x4 (R$ 168,7 mil).


NÚMEROS


O Brasil é o segundo maior produtor de soja do mundo, com 113,9 milhões de toneladas, perdendo apenas para os Estados Unidos. E o Mato Grosso é o maior produtor do País, com 30,5 milhões de toneladas. O Estado também é o maior produtor de milho do Brasil. Outro recorde detido pelo Mato Grosso é o do número de cabeças de gado: 30 milhões, cerca de 35% do total do rebanho brasileiro.




Acompanhe a seguir os detalhes dos três dias de expedição.


DIA 1


As 15 unidades da Frontier partiram ao raiar do dia 24 de um hotel no Centro da capital do Estado, Cuiabá, com destino à Serra das Araras. O grupo de 14 jornalistas de diversas regiões do Brasil foi acompanhado por uma equipe de apoio que incluiu até uma ambulância, para eventuais casos de necessidade, pois as extensões territoriais são imensas no Mato Grosso. E apesar da menor distância entre dois pontos ser uma reta, não teria graça percorrer apenas pelo asfalto os 60 km até o município de Jangada, na Fazenda Santa Elina, de 12 mil hectares, onde foram descobertas, em 1984, centenas de pinturas em paredões de rocha. Em meio a caminhos de estrada de chão, foram nada menos que 400 km para cumprir esse trajeto. Na fazenda, a recepção teve direito a pastel frito na hora e caldo de cana, a popular garapa (ou guarapa).

Uma carretinha foi doada pela Nissan para que os visitantes que não dispõem de veículos utilitários possam ser rebocados por uma picape ou caminhão. Afinal, para acessar o sítio arqueológico é necessário percorrer estradas vicinais não muito bem conservadas. Depois disso há uma trilha de 500 m em meio à mata que precisa ser percorrida a pé. Perneiras são item de segurança para minimizar os efeitos de uma eventual picada de cobra.


No início da tarde, uma parada para o almoço em um restaurante à beira da estrada. No cardápio, comidas regionais e até um churrasco assado na hora. Horas mais tarde, todos tiraram um tempo para visitar a Cachoeira do Pingador, pouco conhecida pelos turistas.

No final da tarde, hora de seguir até a Chapada dos Guimarães, formação rochosa que também dá nome à conhecida cidade turística de apenas 18 mil habitantes. A chegada à pousada que leva o sugestivo nome de Penhasco ocorreu já no início da noite. Hora de descansar e apreciar a bela vista, que tem ao fundo as luzes de Cuiabá, uma metrópole com 600 mil habitantes.

DIA 2

Depois de um café da manhã reforçado, a caravana seguiu bem cedo para a Fazenda das Perdidas, de 7 mil hectares, no município de Jaciara. O curioso nome tem explicação: nas décadas passadas, as vacas que eram levadas pelos tropeiros acabavam se perdendo no vale existente entre as montanhas. E é justamente neste vale que fica outro sítio arqueológico, que pode ser acessado com apenas 15 minutos de caminhada na mata. Fácil, diante das 12 horas necessárias para se chegar a outros sítios arqueológicos existentes neste Estado.

Ainda pela manhã, hora de um gesto de respeito à natureza: o plantio de mudas de ipê amarelo e rosa. O presidente da montadora no Brasil, Marco Silva, participou da ação. Como ninguém é de ferro, a seguir o destino era o almoço em um restaurante escondido no meio de uma fazenda. Foi a dona Deuza (grafado com Z mesmo) que preparou galinha caipira, peixe frito e carne de porco. Como sobremesa, melancia, laranja e goiaba. Ao passar pelas estradas internas da fazenda, as máquinas estavam a todo vapor colhendo a soja, grão que torna o Mato Grosso uma potência em área plantada e produtividade. A criação de gado é outra atividade de destaque, gerando uma saudável competição com o vizinho Mato Grosso do Sul.


A seguir, uma das mais belas atrações da expedição estava por vir: a visitação à formação rochosa Crista do Galo. O caminho até lá foi tão especial quanto a vista. A estrada estreita, repleta de buracos e desníveis, exigiu muitos dos recursos tecnológicos da Frontier, como a tração 4x4 e o Controle Automático de Descida (HDC), em que basta apertar um botão no console central para que o sistema freie o veículo, permitindo ao motorista tirar o pé do pedal e apenas guiá-lo. Foi em ocasiões como essa que a picape comprovou sua eficiência e a força do motor 2.3 turbodiesel de 190 cv de potência e 45,9 kgfm de torque.

Tudo sempre com muito silêncio a bordo. No final da trilha, é necessário vencer uma íngreme subida a pé para poder contemplar a Crista de Galo – as formações compõem uma figura que se assemelha à crista desta ave. A vista espetacular é para a Chapada dos Guimarães e uma tempestade que se aproximava no horizonte, com muitos raios, fez ecoar o estrondo dos trovões, aumentando o clima de aventura. A volta para a pousada ocorreu com muita chuva, totalizando 360 km neste segundo dia.



DIA 3

O terceiro e último dia começou com mais chuva, que no entanto parou antes da expedição chegar à sede do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. Basta descer uma pequena escadaria para dar de cara com a Cachoeira Véu de Noiva, com seus 86 m de altura. Neste momento os mosquitos castigaram os expedicionários e o repelente se fez indispensável.

Após uma breve palestra sobre o parque, hora de conhecer a Cidade de Pedra. Uma trilha em meio ao serrado leva à beira dos precipícios da Chapada. De lá avista-se, sob outro ângulo, a Crista de Galo, que torna-se pequena diante da imensidão dos paredões.

Quarenta minutos de contemplação e muitas fotos depois, todos partiram rumo à última atração: um restaurante panorâmico de onde também se vê a chapada. Em um mirante mais abaixo, onde os ufólogos garantem tratar-se de um “aeroporto de discos voadores”, as picapes são estrategicamente posiciondas para a foto oficial. O retorno até Cuiabá marca o fim de uma aventura cultural inesquecível.

Viagem a convite da Nissan



Ka FreeStyle chega em meados de julho

Modelo é classificado como SUV compacto pela Ford, mas está mais para aventureiro leve.


São Paulo - Uma nova versão do Ka chegará ao mercado em meados de julho deste ano: a FreeStyle, que também antecipa o primeiro facelift do modelo nesta geração. Classificado pela Ford como um ‘‘SUV compacto’’, o FreeStyle entretanto está mais para aventureiro leve e não aposenta a versão Trail. Seus preços não foram divulgados, mas deverão ficar um pouco acima da atual topo de linha do Ka hatch, a SEL, que custa R$ 56,78 mil. Baseado nisso, dá para arriscar que seu preço inicial poderá ser de R$ 59,99 mil.


O modelo foi apresentado em evento repelto de mistério no último dia 31 na capital paulista. Até o carro descer de uma plataforma de cabos de aço no palco do Teatro Santander, ninguém tinha muita certeza do que estava por vir. As únicas pistas era de que se tratava de um ‘‘SUV compacto global’’. Para reforçar essa ideia de SUV, pega emprestado o sobrenome FreeStylem versão de grande sucesso na linha EcoSport.

Dentro das opções aventureiras da montadora, o novo carro ficará posicionado entre o Ka Trail (que custa R$ 48,88 mil com motor 1.0 e R$ 53,08 mil com propulsor 1.5) e o EcoSport, que também acaba de ganhar uma nova versão, a Storm, por R$ 99,99 mil. Mas a diferença é que o modelo não deverá contar com a opção de motor 1.0, apenas o novo 1.5 de três cilindros já usado no EcoSport.

Visual


Modelo tem altura elevada do solo – a Ford não deu detalhes técnicos durante a apresentação estática – e vários itens diferenciados. A frente exibe uma grade ampla, para-choques encorpados e faróis com máscara negra e moldura cromada.

Moldura em C


Na traseira, o para-choque com moldura em “C” é complementado por apliques metálicos. O modelo conta ainda com rodas em liga-leve aro 15’’, rack de teto em alumínio e retrovisores com acabamento na cor Magnetic. A cor metálica marrom Trancoso apresentada no protótipo é outra novidade.


1.5 TiVCT Flex de 137 cv

Sai o motor 1.5 Flex de quatro cilindros, que gera 110 cv com álcool e 105 cv com gasolina, e entra o 1.5 TiVCT Flex de três cilindros desenvolve 137 cv com etanol e 130 cv com gasolina a 6.500 rpm e torque de 16,12 kgfm com etanol e 15,64 kgfm com gasolina a 4.500 rpm. Segundo a Ford, é o motor naturalmente aspirado com a maior potência específica do mercado: 91,5 cv/l.


Com construção de três cilindros, bloco e cabeçote em alumínio, segue a tendência de redução de peso e tamanho. Entre suas vantagens técnicas estão as velas de ignição centralizadas na câmara de combustão para a melhor eficiência, bomba de óleo variável que regula a pressão interna, duplo comando variável de válvulas na admissão e no escape e o sistema de partida a frio patenteado pela Ford com o nome  Easy Start (que dispensa o reservatório auxiliar de gasolina para partida quando abastecido com etanol).

Viagem a convite da Ford


Uma S10 muito especial

Série limitada comemora os 100 anos de produção de picapes da Chevrolet.

Para comemorar seus 100 anos de produção de picapes no mundo, a Chevrolet lança a série especial 100 Years para a S10, por R$ 187,59 mil.


O modelo difere-se pela gravata vintage, pintada em azul escuro e grafada com nome da marca, como na primeira picape da marca produzida nos Estados Unidos. O emblema aparece na dianteira, na tampa traseira e portas. Para combinar, foi desenvolvida uma tinta metálica exclusiva para a carroceria, batizada de azul steel, que cobre também as molduras da grade frontal que envolve os filetes horizontais cromados e a barra preta central.


O azul, o preto e o cromado são predominantes. Também conta com elementos estéticos inéditos, como os adesivos que delimitam os vincos acentuados do capô do motor. Outras picapes da marca no mundo estão ganhando simultaneamente a mesma série comemorativa e acabamento semelhante, como Colorado e Silverado nos Estados Unidos.

Novas rodas

As rodas aro 18’’ de estilo clássico passaram por uma releitura com o novo acabamento, enquanto a capota marítima segue o mesmo tom do santo-antônio que envolve toda a parte superior da caçamba. A lona traz a inscrição “100 Years” em baixo relevo.

Acabamento em dois tons

A cabine traz acabamento premium nos tons preto jet black e cinza dark ash gray. A identificação da série especial aparece em uma plaqueta anexa à maçaneta das portas dianteiras. É lá que está grafada a numeração do veículo, de que vai de 1 a 450 no Brasil.

Motor 2.8 Turbo Diesel


O modelo é baseado na versão mais sofisticada da gama, a High Country, com motor 2.8 Turbo Diesel, tração 4x4 e transmissão automática de seis marchas com tecnologia CPA, que ajuda a reduzir os níveis de ruído e de vibração a patamares similares aos de automóveis de luxo. São 200 cv de potência e 51 kgfm de torque.

Equinox coração de leão

O motor de 262 cv usado em uma das versões do Camaro nos Estados Unidos garante esportividade ao SUV da Chevrolet.

São Paulo - SUV mais vendido da Chevrolet no mundo, o novo Equinox chega ao Brasil repleto de tecnologias e o mesmo powertrain de uma das versões do Camaro nos Estados Unidos: motor 2.0 turbo de 262 cv e câmbio automático de 9 marchas. Lançado no mercado morte-americano no mês passado, por aqui é comercializado em versão única, a topo de linha Premier, por R$ 149,99 mil.

Importado do México, o carro já havia feito sua pré-estreia no Salão de Buenos Aires, em junho. Agora, chegou a vez de dirigi-lo, em test-drive de 150 km entre a capital paulista e Porto Feliz, no interior do Estado. Em velocidades de cruzeiro, os níveis de silêncio são elevados: além do para-brisa acústico, há um sistema que anula ruídos através dos alto-falantes ao emitir as ondas sonoras contrárias, bastando o rádio estar ligado. Essa tecnologia é emprestada dos aviões executivos.


Marcelo Bertocchi, da Engenharia da GM, destaca inovações como o turbo de duplo fluxo e sistema start-stop, que garantem 10,1 km/l na estrada e 8,4 km/l na cidade. “É um ótimo consumo, semelhante a carros com motor aspirado”, avalia. Em termos de segurança, são 15 sistemas atuando no chassi, a exemplo de controles de tração e estabilidade e de balanço do reboque. A frenagem automática de emergência é feita a até 80 km/h para evitar ou até reduzir os danos em uma colisão. Assistente de permanência de faixa, já presente no Cruze, ajuda a fazer pequenas correções ao detectar sinais de distração do condutor.

Uma importante novidade é o sistema que avisa sobre a presença de crianças ou objetos no banco traseiro, podendo até evitar mortes. Já o porta-malas tem acionamento sensorial, bastando passar o pé sob o para-choque traseiro para que seja automaticamente aberto. Muito útil quando se está com as mãos ocupadas com compras ou objetos.

Viagem a convite da Chevrolet

Design


Na traseira, o aerofólio parece flutuar sobre o vidro que envolve toda a área externa do compartimento de bagagem. Na base, duas saídas de escape completam o conjunto. Cromados aparecem delineando as janelas das portas e na grade frontal. O exterior traz elementos característicos dos novos carros globais da Chevrolet, como a frente ampla e horizontal, faróis afilados integrados à grade. Rodas são em alumínio aro 19’’, calçadas com pneus 235/50.

Dimensões

Modelo tem 4,65 m de comprimento, 2,10 m de largura e 1,69 m de altura. Seu peso é de 1.693 kg.

Teto solar panorâmico e escamoteável

A sensação de amplitude é potencializada pelo teto solar panorâmico e pela disposição dos elementos, pensados para a ergonomia e funcionalidade. O painel frontal, por exemplo, está desconectado do console central, trazendo mais conforto e espaço para os ocupantes.

Abertura do porta-malas ocorre via sensorial

O volume de carga máxima pode variar de 468 l até 1.627 l, dependendo da configuração dos bancos. O assento traseiro pode ser rebatido por meio de uma funcional alavanca localizada na parede lateral direita do compartimento de carga, criando uma superfície plana e facilitando assim a acomodação de itens compridos. O porta-malas conta, ainda, com um porta-objetos subterrâneo de 79 l, que possibilita separar fisicamente diferentes tipos de carga. Permite, por exemplo, que uma família vá ao parque carregando patins e outros apetrechos recreativos, reservando o espaço de cima para transportar o bicho de estimação com maior proteção e privacidade. Além dos porta-objetos tradicionais que a maioria dos SUVs oferecem, tem um local para acomodar um pequeno guarda-chuva no console da porta do motorista.

Performance


O Equinox conta com performance que pode ser comparada a modelos com apelo esportivo. Além de proporcionar acelerações e retomadas de velocidades vigorosas, os 37 kgfm de torque do motor 2.0 turbo podem ser distribuídos em percentuais diferentes para cada uma das quatro rodas para que seja garantida melhor dirigibilidade.

Números


De cara já dá para perceber do que o propulsor de quatro cilindros é capaz: arrancadas e retomadas agressivas. Segundo a montadora, a aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 7,6 s e a máxima é de 210 km/h, limitada eletronicamente. São 37 kgfm de torque, o equivalente a um V6 moderno.

Ao pisar fundo no acelerador, o motor faz ecoar um belo ronco e os giros sobem rapidamente. Entretanto, os pneus não cantam. Ótimo sinal, pois significa que os controles eletrônicos e a tração integral nas quatro rodas funcionam de forma eficiente.

Equipamentos

Modelo vem com abertura das portas e alarme anti-furto através de sensor de aproximação na chave, acendimento automático dos faróis por meio de sensor crepuscular, apliques decorativos no painel central e nas portas dianteiras em LED, ar-condicionado dual zone com controle eletrônico de temperatura, sistema de recirculação e dutos de ar para o banco traseiro, controles de áudio e telefonia no volante, Controle de velocidade em declive (Hill Descent Control), Assistente de partida em aclive (Hill Start Assist), chave presencial eletrônica, coluna de direção com regulagem em altura e profundidade, computador de bordo com tela em LCD colorida, com cinco modos, controlador de velocidade de cruzeiro, direção elétrica progressiva, espelhos retrovisores externos elétricos, aquecidos, com indicador de direção e rebatimento elétrico, espelho retrovisor interno eletrocrômico, freio de estacionamento elétrico, sensor de chuva com ajuste automático de intensidade, partida sem chave e também via controle remoto com acionamento do ar-condicionado, se estiver ligado, trava elétrica das portas com acionamento na chave, vidro elétrico nas portas com acionamento por “um-toque”, anti esmagamento e fechamento/abertura automáticos pela chave, volante de direção, bancos e painel de apoios de braço com revestimento premium.

Faróis Full LED

Faróis Full LED com faixo alto inteligentes: além do alto poder de iluminação, esse sistema acende e apaga os faróis altos de acordo com as condições do trânsito ao redor. Os faróis altos são acionados quando está suficientemente escuro e não há outros veículos presentes, para evitar o ofuscamento dos demais motoristas. O sistema só ativa os faróis altos durante condução acima de 40 km/h. Outro recurso é o farol com ajuste de nivelamento automático, que considera a carga transportada, calibragem dos pneus e a inclinação da rua.

Tecnologias


Confira a lista dos principais sistemas de segurança do SUV:

Frenagem automática de emergência (AEB): caso o veículo esteja trafegando entre 8 km/h e 80 km/h e detecte a iminência de uma colisão frontal sem qualquer reação do condutor, um alerta é acionado e os freios são ativados automaticamente na tentativa de evitar ou mesmo reduzir a severidade do acidente.

Pré-ativação dos freios: a fim de acelerar o tempo de resposta dos freios e ajudar a encurtar distâncias de parada, assim que o motorista tira o pé do acelerador, o sistema aumenta ligeiramente a pressão hidráulica nas linhas de freio e aproxima as pinças em antecipação a uma possível frenagem de emergência.

Compensação de frenagem: o uso contínuo do freio, como em descidas de Serra, pode provocar o superaquecimento dos sistemas tradicionais e, consequentemente, demandar uma maior pressão no pedal para a realização de uma frenagem eficiente. Em situações como esta, o Equinox é capaz de identificar e compensar variações, mantendo o curso do pedal sempre constante, inclusive para maior conforto.

Assistência de frenagem de emergência (PBA): em uma situação onde seja necessário realizar uma frenagem brusca, este recurso complementa o esforço para garantir a máxima pressão, mesmo que o condutor não tenha exercido força total sobre o pedal.


Alerta de colisão frontal: o motorista estabelece eletronicamente uma distância mínima em relação ao veículo à frente, podendo ser alertado caso o outro carro sofra uma repentina redução de velocidade. Além de luzes vermelhas piscarem na base do para-brisa, outros alarmes podem disparar, sonoro ou sensorial.

Banco do motorista com alerta tátil de segurança: caso o usuário não queira ser avisado por meio de alarmes sonoros, pode optar por um alerta sensorial. Neste caso, o banco do motorista vibra ao detectar a iminência de algum acidente. Os pulsos vibratórios podem ocorrer no lado esquerdo ou direito do assento, dependendo do lado da ameaça, como ocorre em aplicações aeroespaciais e militares.

Assistente de permanência na faixa: uma câmera na parte superior do para-brisas “lê” as faixas da estrada e faz eventuais correções na trajetória do veículo ao perceber que está saindo involuntariamente da pista. O sistema opera entre 60 km/h e 180 km/h.

Alerta de ponto cego com sensor de aproximação repentina: auxilia em mudanças de faixa. Uma luz acende no retrovisor externo, atentando sobre a presença em ponto cego ou da rápida aproximação de um outro automóvel ou motocicleta em tráfego lateral distante até 70 m.

Controle eletrônico de tração e de estabilidade com tecnologia que atenua o risco de capotagem: os freios podem atuar automaticamente com diferentes pressões nas rodas, antecipando-se e prevendo possível perda de contato do pneu com o solo em decorrência de alguma manobra arriscada.

Alerta de esquecimento de pessoas ou objetos no banco traseiro: toda vez que as portas traseiras são abertas até 10 minutos antes do acionamento da ignição, o veículo memoriza a ação durante toda viagem e adverte o motorista no momento do seu desembarque. Soa um sinal sonoro e aparece uma mensagem no visor do computador de bordo relembrando que pode haver pessoa ou objeto no banco traseiro.

Célula de sobrevivência: comum em carros de competição, conta com uma espécie de gaiola altamente estruturada e reforçada por materiais nobres na região onde ficam acomodados os ocupantes.

Câmera de ré com linhas guias e alerta de tráfego cruzado traseiro: ao sair de marcha à ré de uma vaga ou garagem, nem sempre é possível ter uma visão periférica para executar a manobra com total segurança. No Equinox, sensores no para-choque traseiro são capazes de detectar a aproximação de outro veículo vindo a até 25 m na perpendicular. Bipes soam e surge um triângulo de advertência com uma seta apontando para o lado da ocorrência, piscando sobre a imagem captada pela câmera de ré. Destacam-se ainda os seis air bags (frontais, laterais e de cortina), além dos serviços de emergência e resgate do OnStar.

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